A Turquia diz que está destacando 1.000 policiais para sua fronteira terrestre com a Grécia, a fim de impedir a reação dos migrantes à Turquia.

Milhares de migrantes e refugiados, desesperados para entrar na UE, permanecem na zona de fronteira. Guardas gregos dispararam gás lacrimogêneo para impedi-los de entrar.

A polícia turca extra está indo para o rio Meric (chamado Evros em grego) na fronteira, disse o ministro do Interior Suleyman Soylu.

A UE condenou a política da Turquia.

O governo grego diz que desde o início de sábado suas forças impediram a entrada ilegal de 34.778 pessoas e prenderam 244.

Sírios, afegãos, paquistaneses e africanos ocidentais estão entre os migrantes na fronteira.

Solidariedade da UE com a Grécia
Em uma declaração, o Conselho da UE – representando os 27 ministros das Relações Exteriores – disse que o conselho “expressa sua solidariedade com a Grécia” e “rejeita fortemente o uso da pressão migratória da Turquia para fins políticos”.

“Esta situação nas fronteiras externas da UE não é aceitável.” O conselho exigiu que a Turquia implementasse o acordo UE-Turquia de 2016, que obrigava a Turquia a bloquear a migração ilegal para a Grécia.

A Turquia anunciou há quase uma semana que não aplicaria mais o acordo de 2016, acusando a UE de inação por causa dos refugiados de guerra na Síria. A Turquia já hospeda cerca de 3,7 milhões de sírios e quase um milhão a mais está na fronteira sul depois de fugir de Idlib, devastado pela guerra.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, encontra-se com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em Moscou, em um novo esforço para reduzir as tensões na Síria. As forças turcas estão em conflito com as tropas do governo sírio apoiadas pela Rússia em Idlib.

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Enquanto isso, a Grécia está lutando para lidar com mais de 20.000 requerentes de asilo na ilha de Lesbos que vivem em campos esquálidos e superlotados. Houve hostilidade local em relação aos recém-chegados que tentavam desembarcar da vizinha Turquia.

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