O fundador e CEO da Open AI, Sam Altman, disse que o ChatGPT ainda tem muitos problemas e é um “produto terrível”.
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O executivo criticou o próprio chatbot da empresa por conversas naturais e deu a entender que tem planos de otimizar muitas coisas.
A declaração foi feita em entrevista ao podcast de tecnologia do New York Times Hard Fork. Ele disse que as pessoas, aparentemente referindo-se à sobrecarga do servidor do ChatGPT, “vão a um site que às vezes está ativo e às vezes desativado”.
A descrição parece referir-se ao design excessivamente simplista do projeto, considerado um dos pontos fortes da IA.
Mas o visual parece muito simples para Altman, que não disse se planeja fazer isso de novo.
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O CEO da empresa que criou a IA disse que a tecnologia era “absolutamente incrível”.
No entanto, ele admite que ainda há um longo caminho a percorrer até que um nível aceitável de produto seja alcançado.
ChatGPT continua a crescer
Curiosamente, o ChatGPT cresceu para mais de 100 milhões de usuários apenas dois meses após seu lançamento.
Apesar de receber tantas críticas. A OpenAI lançou ontem (13) no Brasil o plano Plus, que oferece acesso prioritário e ferramentas exclusivas por R$ 105,00.
O ChatGPT ganhou reconhecimento público por sua capacidade semelhante à humana de digitar textos e executar tarefas como programação de código básico, criação de scripts para vídeos e resposta a perguntas.
O robô ainda consegue produzir artigos bons o suficiente para promover as profissões médicas e jurídicas nos Estados Unidos.
Por outro lado, o ChatGPT também é muito propenso a erros, interpretações errôneas e vieses.
Em muitos casos, informações falsas ou imprecisas são repassadas como se fossem verdadeiras, o que pode confundir muitas pessoas.
Muitas empresas, como a Microsoft e o mecanismo de busca Bing, já usam a tecnologia GPT-3.5.
E GPT-4 para otimizar seus produtos. Honestamente, além de usar sua ferramenta, ainda não está claro quais são os planos de Sam Altman para o ChatGPT.
*Fonte de pesquisa: OpenAi