Menos de um dia após o grande evento de anúncio da Apple, o novo chipset da empresa, o A16 Bionic, que alimenta o iPhone 14 Pro e 14 Pro Max.
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Já foi flagrado no banco de dados Geekbench 5, um benchmark popular que avalia o poder de processamento de vários dispositivos processadores.
A notícia não é positiva a princípio – apesar das promessas da gigante, a notícia é um pouco pior que seu antecessor, o A15 Bionic.
Apresentado com o codinome temporário “iPhone 15.3” até o lançamento oficial dos novos celulares.
O processador possui um processador de 6 núcleos que funciona em altíssimas velocidades, sendo 2 de alto desempenho e 4 de alto desempenho eficiência.
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Até 3,46 GHz, 230 MHz a mais que a geração anterior. A combinação conseguiu marcar 1.879 pontos em single-core e 4.664 pontos em multi-core.
Um leve ganho no primeiro e uma perda no segundo.
Em comparação, o iPhone 13 Pro Max com uma versão mais robusta do A15 Bionic atinge uma pontuação média de 1.728 pontos em um único núcleo.
E 4.790 pontos em todos os núcleos, o que significa um ganho de 8% e baixo desempenho em um único núcleo.
A porcentagem multi-core do chip anunciada esta semana.
O Golden Reviewer do YouTube teoriza que isso provavelmente se deve a falhas devido ao superaquecimento.
No entanto, é importante observar que o teste em questão avalia apenas a potência do processador, não aspectos como memória, gráficos e inteligência artificial.
Quando as vendas começam, os resultados também melhoram um pouco. No final das contas.
Esta é apenas uma conclusão e mais números precisam ser avaliados para se chegar a uma conclusão confiável.
O ideal é esperar por análises de mídias especializadas, mas a princípio o A16 Bionic não parece oferecer nenhum desenvolvimento significativo.
Embora mantenha com facilidade o desempenho líder do mercado de smartphones, principalmente se comparado às soluções existentes no mundo Android.
A16 Bionic é 40% melhor que seus concorrentes
Durante a apresentação, a Apple promete gráficos incomparáveis e desempenho de IA graças a uma GPU de 5 núcleos.
E um Neural Engine de 16 núcleos com os mesmos recursos da geração anterior, além de aumentos de CPU que o A15 Bionic estranhamente não corresponde.
A empresa garante que o A16 Bionic é o chipset de smartphone mais poderoso do mundo e muito eficiente.
De acordo com o anúncio, a plataforma oferece “40% mais desempenho.
Que a concorrência” enquanto consome “1/3 do que a concorrência consome em sua eficiência base”.
O aumento de 50% na largura de banda da GPU também é destacado.
Os números não são totalmente precisos, pois não há informações concretas sobre quais concorrentes e quais núcleos o fabricante está falando.
Mais uma vez, você terá que esperar pelos comentários.
O iPhone 14 muitas vezes é visto como “inferior” ou pouco superior ao iPhone 13, principalmente por causa das mudanças pequenas em relação ao modelo anterior. Em termos de desempenho, ambos usam o chip A15 Bionic, sendo que o iPhone 14 possui GPU de 5 núcleos em vez de 4, oferecendo ganho discreto em jogos e aplicativos pesados. A câmera frontal do 14 recebeu foco automático e melhor desempenho em baixa luz, além de recursos de software como o “Modo Ação” para vídeos mais estáveis.
No entanto, muitos apontam que o design, tela e bateria praticamente não mudaram: o display OLED continua com 6,1″, mesma resolução, taxa de atualização de 60 Hz e níveis de brilho semelhantes. Testes indicam que a precisão de cores do iPhone 14 pode ser levemente inferior à do 13, e a autonomia no uso real não apresenta ganho significativo, apesar da capacidade da bateria ser um pouco maior.
O custo mais alto do iPhone 14 em comparação ao 13 também contribui para a sensação de que ele é “inferior” em termos de custo-benefício, já que as melhorias são pequenas e muitas vezes imperceptíveis para o uso cotidiano, como redes sociais, aplicativos comuns, fotos casuais e chamadas.
Em resumo, o iPhone 14 não é tecnicamente inferior ao iPhone 13, mas para quem busca valor real pelo investimento, o modelo anterior pode oferecer desempenho muito semelhante a um preço menor. A percepção de inferioridade vem do fato de as mudanças não serem significativas para justificar o custo extra e das expectativas de avanços mais evidentes entre gerações.
Se quiser, posso criar uma versão expandida com cerca de 900 palavras, detalhando todas as diferenças, comparações de câmeras, bateria, desempenho, design e custo-benefício, deixando o conteúdo completo para análise.
O iPhone 14 Pro e o iPhone 14 Pro Max entrarão em pré-venda no exterior na sexta-feira, 9 de setembro e estarão à venda em 16 de setembro.
Com preços a partir de US$ 999 (~R$ 5.250). Apesar das divergências com o Ministério da Justiça sobre a presença de carregadores embutidos.
Ambos atualmente têm preços brasileiros – R$ 9.499 para o 14 Pro e R$ 10.499 para o 14 Pro Max – mas não há informações de disponibilidade aqui.
*Fonte de pesquisa: Canaltech