Mudanças climáticas poderão extinguir mamíferos na Caatinga -

Mudanças climáticas poderão extinguir mamíferos na Caatinga

Mesmo que tudo corra bem e os objetivos do Acordo de Paris sejam cumpridos, as temperaturas esta a extinguir na América do Norte e do Sul aumentarão 2,7 graus Celsius até 2060 e as condições de seca não choverão durante 21 dias consecutivos.

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Espera-se que tenham um impacto significativo no clima e na biomassa de todos os biomas da Terra, como pode ser visto em Chatinga, uma área de 850 mil quilômetros quadrados no Nordeste do Brasil, e podem representar um problema real.

As mudanças climáticas representam uma grande ameaça para os mamíferos da Caatinga, podendo levar muitas espécies à extinção nas próximas décadas.

Pesquisas científicas indicam que o aumento das temperaturas, a redução das chuvas e o avanço das secas prolongadas estão tornando o ambiente do semiárido cada vez menos favorável para a sobrevivência dos animais.

Estudos apontam que até 2060 mais de 90% das comunidades de mamíferos da Caatinga poderão perder espécies, e cerca de 87% dos mamíferos podem ficar sem habitat adequado.

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Espécies pequenas e mais sensíveis às variações climáticas serão as mais afetadas, enquanto apenas algumas espécies mais resistentes poderão se adaptar.

Além do clima, fatores como desmatamento, queimadas e degradação do solo agravam a situação, dificultando a migração e a reprodução dos animais.

Caso nada seja feito, a Caatinga poderá se tornar um ambiente cada vez mais pobre em biodiversidade.

A proteção das áreas naturais, o combate ao desmatamento e ações de mitigação das mudanças climáticas são essenciais para evitar a extinção desses mamíferos e preservar o equilíbrio do bioma.

Um estudo publicado na revista científica Global Change Biology por cientistas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e das Universidades Federais de Minas Gerais (UFMG) e da Paraíba (UFPB) descobriu que 91,6% das comunidades globais de mamíferos estão perdendo biodiversidade e 87% do habitat será serão perdidos até 2060.

Afinal as crianças são muito vulneráveis.

Afinal ao estudar a diversidade de espécies em Chattingham,

os pesquisadores seguiram as recomendações do Painel Internacional sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

Segundo o biólogo Mario Ribeiro de Moura, cientista do Instituto de Biologia (IB) da Unicomp, que coordenou o projeto.

O impacto das mudanças climáticas induzidas pelo homem nas questões socioeconômicas, ambientais e de biodiversidade causadas pelas mudanças climáticas é crescente.

Conclusão mais importante para extinguir 

Para o biólogo colega de Maurer na Unicomp, Matias Mistretta Pires, a conclusão mais importante do trabalho é que muitas espécies correm risco de extinção em regiões áridas do país, principalmente no semiárido nordestino.

“Existem muito poucas espécies”, disse ele.

As mudanças climáticas representam uma grande ameaça para os mamíferos da Caatinga, podendo levar muitas espécies à extinção nas próximas décadas.

Pesquisas científicas indicam que o aumento das temperaturas, a redução das chuvas e o avanço das secas prolongadas estão tornando o ambiente do semiárido cada vez menos favorável para a sobrevivência dos animais.

Estudos apontam que até 2060 mais de 90% das comunidades de mamíferos da Caatinga poderão perder espécies, e cerca de 87% dos mamíferos podem ficar sem habitat adequado.

Espécies pequenas e mais sensíveis às variações climáticas serão as mais afetadas, enquanto apenas algumas espécies mais resistentes poderão se adaptar.

Além do clima, fatores como desmatamento, queimadas e degradação do solo agravam a situação, dificultando a migração e a reprodução dos animais.

Caso nada seja feito, a Caatinga poderá se tornar um ambiente cada vez mais pobre em biodiversidade.

A proteção das áreas naturais, o combate ao desmatamento e ações de mitigação das mudanças climáticas são essenciais para evitar a extinção desses mamíferos e preservar o equilíbrio do bioma.

Espera-se que algumas gramíneas, tais como aquelas com disponibilidade limitada, cresçam bem, enquanto outras são tão tolerantes à seca como outras gramíneas.

Em geral, a área de estudo inclui espécies e animais vulneráveis.
Segundo ele, o estudo incluiu 40.093 espécies nativas.

Afinal após a limpeza dos dados, foram registradas cerca de 12 mil medições, disse ele.

Conclusão

Utilizamos estes dados para avaliar nichos ecológicos e compreender como os mamíferos respondem às alterações climáticas.

Está escrito da seguinte forma.

As mudanças climáticas representam uma grande ameaça para os mamíferos da Caatinga, podendo levar muitas espécies à extinção nas próximas décadas.

Pesquisas científicas indicam que o aumento das temperaturas, a redução das chuvas e o avanço das secas prolongadas estão tornando o ambiente do semiárido cada vez menos favorável para a sobrevivência dos animais.

Estudos apontam que até 2060 mais de 90% das comunidades de mamíferos da Caatinga poderão perder espécies, e cerca de 87% dos mamíferos podem ficar sem habitat adequado.

Espécies pequenas e mais sensíveis às variações climáticas serão as mais afetadas, enquanto apenas algumas espécies mais resistentes poderão se adaptar.

Além do clima, fatores como desmatamento, queimadas e degradação do solo agravam a situação, dificultando a migração e a reprodução dos animais.

Caso nada seja feito, a Caatinga poderá se tornar um ambiente cada vez mais pobre em biodiversidade.

A proteção das áreas naturais, o combate ao desmatamento e ações de mitigação das mudanças climáticas são essenciais para evitar a extinção desses mamíferos e preservar o equilíbrio do bioma.

Afinal a combinação de dados climáticos e de biodiversidade com métodos de ciência de dados permite mostrar como as espécies respondem às mudanças ambientais.

Uma vez mapeados, podem ser incorporados em previsões climáticas futuras e traçados para mostrar padrões de distribuição geográfica previstos.

Você pode determinar o resultado de cada evento comparando os resultados dos eventos atuais e futuros.


Fonte de informação: brasil.mongabay.com

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